Esse é um novo jeito de cuidar da sua pele!
Eu não tive uma pele acneica na adolescência. Apesar de oleosa, minha cútis tinha uma ou duas espinhas vez ou outra – completamente normal. Você pode imaginar então como me espantei quando, aos 27 anos, meu rosto começou a apresentar acne por todos os lados.Eu me desesperei! Senti muita vergonha de mim. E minha autoestima foi lá no chão.
A maquiagem, antes usada como forma de expressão, passou a ser uma obrigação na tentativa de esconder as marcar avermelhadas.
Eu evitava sair de casa.
Eu parei de postar fotos pessoais no meu Instagram e Facebook – ou só postava fotos velhas. Quando ousava postar uma foto atual, usava muito filtro – foi na época que os filtros estavam em alta, para minha sorte.
Depois, veio a pandemia. E aà eu tinha a desculpa perfeita para não sair de casa: uma desculpa triste, que me fez ter saudades de poder viver, de ir e vir livremente.
A acne nos traz vergonha não apenas pela estética. Mas porque as pessoas nos olham como se aquilo fosse contagioso. Elas nunca sabem se está ok te dar um beijo no rosto quando tudo ali está inflamado. E os mais próximos de você comentam, perguntam: o que houve com a sua pele? Eu não sabia na época. E passei todos esses anos estudando.
Eu tinha mais um “agravante”: tinha acabado de entrar na faculdade de Estética e Cosmética justamente por ser apaixonada pelo universo da cútis. E me culpava por ter descoberto a AMA (Acne da Mulher Adulta) e não saber o que estava acontecendo no meu próprio corpo. Me culpava por ter espinhas. Era como se eu estivesse na área errada para mim: como vou cuidar do outro se não consigo resolver meu próprio problema?
Aà usei o que a blogueira X, Y e Z recomendavam. Aà visitei dermatologistas e me joguei em vários produtos que detonaram minha barreira protetora e tomei os medicamentos mais fortes que tinham. Até que veio o que eu mais temia: Roacutan. E eu, sabendo dos possÃveis efeitos colaterais, disse um grande e sonoro NÃO. Eu sou especialista em pele também e sei que nada do que estavam me passando estava adiantando. Numa lista genérica de produtos, ninguém estava olhando para mim como só eu poderia olhar. Nenhum profissional me fez perguntas profundas ou me ensinou a ver sinais em mim, na minha pele e na minha vida que pudessem de fato me ajudar.
A acne é multifatorial – ou seja, não tem uma única causa. Com todo o respeito aos médicos em que passei, que primeiramente descartaram a possibilidade de acne hormonal, eu sabia que ali estava acontecendo algo que nem eles tinham resposta. Por isso, fui pesquisar. Pesquisei cada dia mais. Mergulhei em artigos cientÃficos. Testei possibilidades. E consegui, sozinha, com meus estudos e especializações em cosmetologia, descobrir o que era melhor para mim no controle da AMA.
E é nisso que quero te ajudar! Quero te ouvir e te mostrar que o melhor caminho para você não é a lista genérica que todo mundo usa de cosméticos. Que a agressão à pele pode piorar a acne. Que o grande segredo está no equilÃbrio. Que precisamos identificar seus gatilhos para a acne. Quero te acompanhar com cuidado e carinho e te olhar de uma forma completa. Você sabia, por exemplo, que existem 16 diferentes tipos de peles e não apenas as “mista, oleosa, seca e madura” como te fazem crer? Como um mesmo produto pode funcionar para DEZESSEIS tipos diferentes de peles, de vidas cotidianas (o estresse é grande influenciador) etc?
E é nisso que quero te ajudar! Quero te ouvir e te mostrar que o melhor caminho para você não é a lista genérica que todo mundo usa de cosméticos. Que a agressão à pele pode piorar a acne. Que o grande segredo está no equilÃbrio. Que precisamos identificar seus gatilhos para a acne. Quero te acompanhar com cuidado e carinho e te olhar de uma forma completa. Você sabia, por exemplo, que existem 16 diferentes tipos de peles e não apenas as “mista, oleosa, seca e madura” como te fazem crer? Como um mesmo produto pode funcionar para DEZESSEIS tipos diferentes de peles, de vidas cotidianas (o estresse é grande influenciador) etc?
Só para te dar um gostinho de quero mais, aqui, uma imagem do antes e depois:
Foto de depois: em fevereiro desse ano, no meio da neve, por isso os lábios tão pálidos, risos. Foto do antes: em algum momento da pandemia. Muitos cravos, espinhas inflamadas que eu apertava e transformava em machucados.
Para saber mais sobre como ter meus cuidados ao seu dispor, me siga no Instagram!
